27 Março 2007

Sei sem ver querida

Publicado por Marinheiro em Poesia |

Sei sem ver querida.
E em minhas palavras faço rosas e faço cravos.
Sei sem tocar querida.
Nas minhas palavras te liberto e te aprisiono.
Sei sim, gládios de cetim, teus olhar sobre mim.
Tenho tuas palavras de liberdade, de sede sôfrega a arrebatadora.

Sei sim querida.

Toque gentil de perfume encantado, já não são gládios de cetim, são lábios, são segredos revelados são carinhos sem fim.

Sei sem ver querida.
Minhas palavras, cotovias armadas, quebram barras.
Sei sem tocar querida.
Minhas palavras nos teus lábios molhadas.

Sei sim querida.
Sei sim, conheço teus olhos mesmo ante de tocarem em mim.

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Publicado há 1 ano, 8 mêss em Terça-feira, Março 27, 2007 às 21:30 e está arquivada na secção Poesia. Poderá seguir as respostas a esta entrada através da alimentação RSS 2.0.
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  1. 1 A Março 27, 2007, aifos escreveu:

    Um ínicio perfumado!
    …………………………… Bom pontapé de saída!

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