31 Maio 2007

Para alguém

Perto estive de ti !
Abanaste meu coração.
Reluzente ficou o meu dia,
Acenando á felicidade !
Amar-te…
Lindíssimo sentimento !
Guardarei para sempre estes
Únicos momentos.
És o brilho dos meus olhos
Meu amor !

JORGE BRITES

Partilhando o meu Sorriso

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30 Maio 2007

Acreditar

Acredito no amanhã.

Acredito no amanhecer doce, quente e sereno,
na poesia que nasce da terra e se mistura no Homem,
transformando o acontece em futuro.

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Publicado por aifos e colocado em Prosa Poética | 0 Comentários

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23 Maio 2007

Breve (II)

Desce a gota de suor pelo rosto e pelo corpo
cresce o desejo de voltar,
entre um brinde e um licor,
Tudo, de repente, tão veloz e tão breve.

Madrugada alta e incandescente,
risos e gritos,
entre longas histórias e beijos molhados,
Tudo, de repente, tão breve.

Nasce o olhar no horizonte
e faz-se adeus à escuridão.
Brilha, novo dia,
imensidão de nós.
Tudo, de repente, tão breve…

Publicado por aifos e colocado em Prosa Poética | 0 Comentários

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22 Maio 2007

Razão

Mas algum dia houve razão no amor?
Correm léguas e passam minutos.
Nuvem atrás de nuvem, este jacto tudo traga, tudo engole.
Mesmo não querendo vejo reflexos no vidro e lembro.
Mas algum dia houve razões no amor?
Correm céleres léguas e minutos.
Esta melancolia moldada em portadora de chuva oprime-me, alvura imaculada até ao clímax da loucura.
Há algum motivo para esse opressor alabastro?
Engole-me o tempo e a saliva e o suor.
Reflexo e história.
Mesmo não querendo interrogo.
Algum dia houve razão?
Ou só química, ou só sedução, ou só luxúria animal, ou só perdição?
Rumos e caminhos já conhecidos, já percorridos, já partilhados.
Um farol, um abraço, uma onda final, um regaço.
Nunca houve razão amor.
Nunca ouves a razão, meu amor.

Publicado por Marinheiro e colocado em Poesia | 0 Comentários

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22 Maio 2007

Visita ao mar

Todos os dias te venho ver
Tua beleza admirar
Inspiro-me para escrever
Preciso de te olhar
Teu poder é imenso
És o rei da natureza
Teu domínio tão intenso
Sinal da tua grandeza
Teu fascínio é bem real
Teu azul não tem igual
Tens tudo para me agradar
Respeitar-te é um dever
Sentir-te é um prazer
Te saudo meu lindo mar

Jorge Brites

Partilhando meu Sorriso

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18 Maio 2007

Enfermeiro (a)

Ouvir…
Escutar…
Atender…
Prestar…
Estar presente…
Confidente…
Paciente !
Para muitos o único apoio.
O ombro amigo de muita gente !
O amparo !
A alegria na angústia de cada doente.
A voz do seu silêncio !
Infelizmente doentes…
Mas zelosamente tratados
Por esta ímpar gente !

JORGE BRITES

Partilhando o meu Sorriso bem como uma singela e modesta homenagem a esta profissão ( Enfermeiro (a) ) , pela qual nutro uma simpatia imensa.

Publicado por Jorge Brites e colocado em Poesia | 2 Comentários

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17 Maio 2007

Para Alguém

Fui te ver !
Precisava…
Desejava…
Queria estar contigo,
Inalar o teu perfume,
Beber o teu cheiro,
Absorver tuas palavras.
Ou…
Sómente…
Te olhar !
Subi…
Não estavas !
Meu coração estremeceu.
Não te vi !
Desci…
E…saí !

JORGE BRITES

Para todos o meu Sorriso

Publicado por Jorge Brites e colocado em Poesia | 0 Comentários

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16 Maio 2007

Breve (I)

Entre um passo e um espaço,
De parsec a anos-luz
Ou de milionésimos de segundo a um momento,
Tudo, de repente, vão veloz e tão breve.

Entre um espaço e um passo
O agora e o depois
Sem significado
E com valor, expressivo,
Tudo, de repente, tão breve.

Publicado por aifos e colocado em Prosa Poética | 0 Comentários

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16 Maio 2007

Jorge Brites

Já as tuas
Ondas soltam o
Rugido incessante
Galopando
Entre a areia.
Batéis navegando
Rumam ao
Imenso mar que
Tens
Em
Sines

JORGE BRITES

Partilhando o meu Sorriso e esta brincadeira com o meu nome.

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16 Maio 2007

Ano de nascimento

Um de agosto.
Momento da minha vida !
Nasci algures,
Ouvindo a maresia.
Vinha o som do oceano,
Escutava as gaivotas no seu cantar.
Céu pintado de azul,
Irradiava seu colorido
Nas pedras da minha rua.
Calor imenso !
Ondas intensas varriam o areal.
Os pássaros
Indo e vindo,
Telhado aqui, beiral ali
Os seus bicos afinavam.

JORGE BRITES

Partilhando o meu Sorriso e este acróstico do meu ano de nascimento.

Publicado por Jorge Brites e colocado em Poesia | 0 Comentários

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