5 Fevereiro 2008

Poethanatos 2

Publicado por THELMO MATTOS em Conto, Poesia |

Nas paredes escuras
da gramática,
respingos de versos,
estilhaços de estrofes
por toda a página,
soluços de um soneto
cuja métrica alexandrina
caída ao lado,
ainda gotejava tercetos
enquanto um forte cheiro
de pólvora e sangue
exalava da caneta de aço
na mão inerte do poeta.

Campo Grande-MS, 02.02.2008 (01:42h)

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Publicado há 10 mêss em Terça-feira, Fevereiro 5, 2008 às 11:55 e está arquivada na secção Conto, Poesia. Poderá seguir as respostas a esta entrada através da alimentação RSS 2.0.
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  1. 1 A Fevereiro 5, 2008, aifos escreveu:

    Bem-Vindo ao Escreco.org!

    Sim, pode existir poesia mesmo saída de mão inerte. Será mesmo inerte? :)
    Volta sempre!

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