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	<title>Comentários em: Fé</title>
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	<description>Um espaço comunitário de escrita</description>
	<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 11:06:13 +0000</pubDate>
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		<title>Por: euzinha</title>
		<link>http://www.escrevo.org/2008/06/20/fe/#comment-256</link>
		<dc:creator>euzinha</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 20:12:10 +0000</pubDate>
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		<description>A vela que arde inocentemente nunca se apagará...
Já sentiste que o poder de manter essa vela acessa é teu?
A vela... a fé...
Algo que nunca se vai apagar!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A vela que arde inocentemente nunca se apagará&#8230;<br />
Já sentiste que o poder de manter essa vela acessa é teu?<br />
A vela&#8230; a fé&#8230;<br />
Algo que nunca se vai apagar!</p>
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		<title>Por: aifos</title>
		<link>http://www.escrevo.org/2008/06/20/fe/#comment-253</link>
		<dc:creator>aifos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 11:53:26 +0000</pubDate>
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		<description>Que bom saber que que reflexão é também palavra deixada por estas linhas!
Obrigada pela sempre atenta participação, vou procurar o conto!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que bom saber que que reflexão é também palavra deixada por estas linhas!<br />
Obrigada pela sempre atenta participação, vou procurar o conto!</p>
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		<title>Por: antoniodasilva</title>
		<link>http://www.escrevo.org/2008/06/20/fe/#comment-252</link>
		<dc:creator>antoniodasilva</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 11:23:51 +0000</pubDate>
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		<description>Esta singela poesia merece uma séria reflexão, que ela própria contém e suscita. É uma reflexão antiga deixada pelo grande Raul Brandão. Vou apenas transcrever os dois últimos parágrafos do seu lindo conto "A Luz Não se Extingue". E digo que a transcrição não faria qualquer sentido sem as palavras que as ideias suscitaram no autor do poema que acabaram de ler:

"Mas então - pergunto - é a dor que não se extingue ou a luz que não se extingue?

Nem a dor nem a luz"

Esta poesia é a antítese do pessimismo de Raul Brandão. Mas quase apenas no sorriso final da luz...

Procurem este bonito conto porque o hão-de amar a vida toda. Edição Seara Nova.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta singela poesia merece uma séria reflexão, que ela própria contém e suscita. É uma reflexão antiga deixada pelo grande Raul Brandão. Vou apenas transcrever os dois últimos parágrafos do seu lindo conto &#8220;A Luz Não se Extingue&#8221;. E digo que a transcrição não faria qualquer sentido sem as palavras que as ideias suscitaram no autor do poema que acabaram de ler:</p>
<p>&#8220;Mas então - pergunto - é a dor que não se extingue ou a luz que não se extingue?</p>
<p>Nem a dor nem a luz&#8221;</p>
<p>Esta poesia é a antítese do pessimismo de Raul Brandão. Mas quase apenas no sorriso final da luz&#8230;</p>
<p>Procurem este bonito conto porque o hão-de amar a vida toda. Edição Seara Nova.</p>
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