31
Julho
2008
Faz nasceste a cada manhã, no horizonte de ninguém, e se por no coração de alguém…
Alguém que não sabes de onde veio e nem de onde vai…
No submundo da inexistência que lhe trouxe fazendo me levar à um nada que formulou o tudo….
Fazendo velejar nesse sonho inoportuno, onde meus dedos elevam os céus e o inferno, sem saber os olhos que o perseguem, sem saber os olhos que o amam….
Do beijo que era de amor se dilatou em uma aquarela de sentimentos sem fim…
Fazendo desse quadro uniforme, um abstrato se tornar, onde eu não sou o pintor nem a pintura, apenas o rascunho de um nada que fui e um nada que me tornei…
Publicado por markinhos e colocado em Poesia, Poesia Gótica, Romance |
31
Julho
2008
Desci á praia sózinho
Encantado com o que via
Queria escutar de mansinho
Tudo aquilo que o mar dizia
Mas o mar desconfiado
Ao ver que me aproximava
Ficou logo descontrolado
Enormes ondas formava
Como é louco este mar
Fiquei triste e a pensar
A cismar junto aos rochedos
Uma coisa vim a aprender
Nesta visita fiquei a saber
Que o mar também tem segredos
Publicado por Jorge Brites e colocado em Poesia |
17
Julho
2008
Te amei quando era sol, entre o brilho do dia perto de você pude ficar.
Te amei quando era lua e junto das estrelas pude te admirar.
Te amei quando era terra e todos foram a te pisar, mesmo assim eu estava ali para te abraçar.
Te amei quando era o mar, perto da sua imensidão, perceber que meu amor não era nada apenas um peixinho a nadar.
E hoje só restou o amor de uma lágrima a rolar…
Publicado por markinhos e colocado em Poesia, Romance |
14
Julho
2008
É bom sentirmo-nos assim…
Está tudo bem, está tudo óptimo!
É bom quando o nosso desejo se realiza…
É bom quando atingimos a nossa meta, depois de muito esforço e suor…
É bom quando finalmente conseguimos vencer o que nos atormentava…
É óptimo sentirmos que está tudo bem…
Finalmente está tudo bem!
Publicado por euzinha e colocado em Crónica, Fugas |
14
Julho
2008
Lua, tu que iluminas a escuridão,
Porque te escondes?
Bem sei que sozinha na imensidão,
Mas seja d’onde,
Brilhas e é por isso que me fascinas,
Com tanta escuridão e mesmo assim iluminas.
Publicado por Lunatico e colocado em Poesia |
11
Julho
2008
Parado no meio da rua vejo “crianças”,
“Crianças” correndo de um lado para o outro,
“Crianças” que brincam aos adultos,
Repetindo umas para as outras:
“Há que manter a criança que há dentro de nós.”
Não sabendo elas próprias que também são “crianças”.
“Crianças” que se enchem de brinquedos,
Que se atropelam com a fome de mais e mais brinquedos,
Fazendo birra quando vêem que uma outra “criança”
Tem um brinquedo que elas não têm.
E quando não conseguem ter o dito brinquedo,
Tentam por todos os meios tê-lo,
Enganam tudo e todos,
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Publicado por Venctus e colocado em Fugas |
10
Julho
2008
Já muitas apostas perdi
Também amigos ganhei
Há mentiras que já esqueci
E verdades que me lembrei
Houve dias que fiquei ferido
Outros nem isso talvez
Aprendi o valor devido
Que é ter um dia de cada vez
Nos altos e baixos da vida
Uma coisa nunca é esquecida
Que nos dá muita experiência
Algumas vezes tendo errado
Sofri e fui ” condenado ”
Mas agi sempre de consciência
Publicado por Jorge Brites e colocado em Poesia |
9
Julho
2008
Na sombra andava perdido
Por ti fui iluminado
Minha vida só faz sentido
Com o amor a meu lado
Naquele dia de calor
Ouvi por mim chamar
Virei-me e vi o amor
Na beleza do teu olhar
Sempre que estás a meu lado
Fico quieto e enfeitiçado
Tendo apenas uma certeza
Que nosso amor é bem real
Não fazendo a ninguém mal
Com a sua ímpar grandeza
Publicado por Jorge Brites e colocado em Fugas |
7
Julho
2008
Beijo…fico…
Embalado no teu olhar,
Elevo-me no filamento do céu,
Desejo eterno do teu corpo,
Abraços emanados em perfume,
O tempo pára
Não há passado, nem futuro.
Vivo a pensar em ti,
A amar e ser amado…
Faz-me viver o tempo que perdi
Na felicidade de um sorriso.
Só serei feliz a teu lado.
Mãos que se tocam,
Suor que corre em nossos dorsos,
Perco-me na loucura da razão,
Neste amor sem fim,
Pulsa fortemente o coração,
Clama e chama por ti.
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Publicado por Luis F e colocado em Poesia |
6
Julho
2008
Ser amigo é ser diferente
É não ter tristeza nem rancor
Mesmo longe está presente
Com sua mensagem de amor
Sempre pugna pela verdade
Acalma e cuida por prazer
Defensor intransigente da amizade
Muito a ele ficamos a dever
Manda as mágoas para trás
Em vez da guerra faz a Paz
Para nosso contentamento
Estão sempre á disposição
Seja qual for a ocasião
Prontos em qualquer momento
Publicado por Jorge Brites e colocado em Poesia |