31 Julho 2008

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Publicado por markinhos em Poesia, Poesia Gótica, Romance |

Faz nasceste a cada manhã, no horizonte de ninguém, e se por no coração de alguém…
Alguém que não sabes de onde veio e nem de onde vai…
No submundo da inexistência que lhe trouxe fazendo me levar à um nada que formulou o tudo….
Fazendo velejar nesse sonho inoportuno, onde meus dedos elevam os céus e o inferno, sem saber os olhos que o perseguem, sem saber os olhos que o amam….
Do beijo que era de amor se dilatou em uma aquarela de sentimentos sem fim…
Fazendo desse quadro uniforme, um abstrato se tornar, onde eu não sou o pintor nem a pintura, apenas o rascunho de um nada que fui e um nada que me tornei…

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Publicado há 3 mêss, 3 semanas em Quinta-feira, Julho 31, 2008 às 14:54 e está arquivada na secção Poesia, Poesia Gótica, Romance. Poderá seguir as respostas a esta entrada através da alimentação RSS 2.0.
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