28 Março 2009

Definição de Nada

Publicado por José Espírito Santo em Poesia |

Nada é diferente,
o cheio é tudo

A ideia que vem, assalta…

Quando palavras múltiplas se adornam de razão
Quando o coração do tempo se parte

E a arte? Ah… essa será uma desleixada, uma pressa

A pressa deambulando de produtividade nula,
em fio de teia desenhado, em paradigma perdido

Esquecido!

Uns lábios e… deixem ver… uma boca?
Louca corre a voz, louca!

Perdida a meta e feição de projecto
Insano o trajecto de mãos em seio desenhado

Nada é diferente e o cheio é tudo

Parado. Mudo?

A ideia que assalta é só.
É só a falta.

VN:F [1.8.1_1037]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

Actualmente existe um comentário ao “Definição de Nada”

Porque não nos deixa o seu comentário? A sua opinião é muito importante para nós!

  1. 1 A Março 7, 2010, Felipe Calvoso escreveu:

    num entendi direito do que se trata. Alguém pode me explicar?
    Mas esmo não entendendo eu gostei bastante da sua sonoridade.

    UN:F [1.8.1_1037]
    Rating: 0.0/5 (0 votes cast)
    UN:F [1.8.1_1037]
    Rating: 0 (from 0 votes)

Deixe um comentário

necessita estar registado para deixar um comentário.