28
Março
2009
Definição de Nada
Publicado por José Espírito Santo em Poesia |Nada é diferente,
o cheio é tudo
A ideia que vem, assalta…
Quando palavras múltiplas se adornam de razão
Quando o coração do tempo se parte
E a arte? Ah… essa será uma desleixada, uma pressa
A pressa deambulando de produtividade nula,
em fio de teia desenhado, em paradigma perdido
Esquecido!
Uns lábios e… deixem ver… uma boca?
Louca corre a voz, louca!
Perdida a meta e feição de projecto
Insano o trajecto de mãos em seio desenhado
Nada é diferente e o cheio é tudo
Parado. Mudo?
A ideia que assalta é só.
É só a falta.
