26 Fevereiro 2010

OCEANOS VERMELHOS

Publicado por jessebarbosa2727 em Poesia |

A confluência que cimenta
O antebraço ao braço sangra:
Como sangra também
A gigantesca cordilheira das lembranças.

A confluência que cimenta
O antebraço ao braço sangra:
Sangrando além o amor, os sonhos
E a pujança da relutância.

A confluência que cimenta
O antebraço ao braço sangra:
Jorrando o vermelho da vida
Qual escapa das alamedas da flor desvanecida e da infância.

A confluência que cimenta
O antebraço ao braço sangra:
Só não morre nem sangra
O Sistema Solar que alimenta
A Via Láctea da Esperança!

Deixe um comentário