8 Março 2010

Poeta

Minha poesia nasce como o sol se pondo
E em mil cores oscilantes ilumina a vida constante
Minha poesia nasce como o sorriso das crianças
Que faz em ti outro sorriso manso
Como na época da sua infância ….

Da livre brisa da manhã e o frio cair da noite
Minha poesia nasce sã e açoite…

E por que então não haveria de nascer também
Desse redemoinho de vento
Desse gosto amargo do beijo
Das idéias mórbidas da mente
De um jeito quase inconseqüente…

Poesia que no calor da lareira me esquenta ainda mais
E que faz a lua brilhar de um modo apaixonado
Poesia que me enlouquece,
Que não fica presa e nem se esquece
Poesia que encanta os cegos
Que tira o olhar sarcástico dos egos…

Tristes versos que se alojam em minha mente,
Não me deixem completamente!
Nem após a minha morte….

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Publicado por Felipe Calvoso e colocado em Poesia | 2 Comentários

7 Março 2010

O mundo

A vida é feita de pessoas e algo além,
Alguma coisa mais dura que cimento
Que sufoca todo meu desdém
Por esse mundinho de lamento
Esse planeta só de gente
Que respira como gente
E cresce como tal
E sente como tal
E chora todo pranto
Toda angústia e aborrecimento
O ódio desajeitado da gente
A praga.

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Publicado por Felipe Calvoso e colocado em Poesia | 0 Comentários

26 Fevereiro 2010

Estrela

Estrela de luz e cor
Estrela de esperança e de reencontro
Estrela de afecto e amor.

Estrela de calor e abraço
Estrela de brilho e arrepio
Estrela de noite serena e mar revolto.

Estrela de meiguice e olhos rasos de lágrimas
Estrela de partida e de adeus.

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Publicado por aifos e colocado em Poesia | 0 Comentários

26 Fevereiro 2010

OCEANOS VERMELHOS

A confluência que cimenta
O antebraço ao braço sangra:
Como sangra também
A gigantesca cordilheira das lembranças.

A confluência que cimenta
O antebraço ao braço sangra:
Sangrando além o amor, os sonhos
E a pujança da relutância.

A confluência que cimenta
O antebraço ao braço sangra:
Jorrando o vermelho da vida
Qual escapa das alamedas da flor desvanecida e da infância.

A confluência que cimenta
O antebraço ao braço sangra:
Só não morre nem sangra
O Sistema Solar que alimenta
A Via Láctea da Esperança!

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Publicado por jessebarbosa2727 e colocado em Poesia | 0 Comentários

11 Fevereiro 2010

Ventanias da Mente

                             
Preciso adelgaçar cometas.
Preciso nivelar-me ao celeste azul.
Preciso ler Manuel Bandeira.
Preciso ouvir As Rosas Não Falam, Free Jazz e Blues!
Preciso garimpar as incertezas da certeza.
Preciso tomar um porre de Rum.
Preciso pôr as cartas sobre a mesa.
Preciso flertar com O Bando de Teatro Olodum!
Preciso sentir a textura da tez da minha Preta.
Preciso prementemente ir á rua desnudo do habitual calandu.
Preciso assistir — de novo — á película O Baixio das Bestas.
Preciso pagar — com os juros da cara — a conta de luz!
Preciso dormir por 8 horas.
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Publicado por jessebarbosa2727 e colocado em Poesia | 0 Comentários

6 Fevereiro 2010

Linha ténue

Esta linha ténue em que o Céu e o majestoso Mar se tocam.
Esta linha de contornos fáceis de imaginar e tão difíceis de colocar no papel.
Esta é a linha a que apelidam de Horizonte.

Não é a linha perfeita de um ombro forte e robusto,
Não é a linha que desenha os lábios quentes entre o licor que tomas e cujo gelo tilinta no copo,
Não é a linha que une as palavras que escreveste em documento word e eliminaste com medo do que pensaria.
Não é.
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Publicado por aifos e colocado em Poesia | 2 Comentários

6 Dezembro 2009

Desabafo

Os óculos escuros escondem as lágrimas
O silêncio esconde palavras desnecessárias
O sorriso esconde a dor
Sinto que falta um pedaço de mim
Sinto que estou incompleta, sinto-me vazia
Eu preciso de você como nunca precisei antes
Eu preciso te esquecer
Eu preciso esquecer do que passamos
Porque foi dizer aquilo?
Você me encontrou em um momento de fraqueza
Dizendo tudo aquilo que queria ouvir, tudo que precisava ouvir
Fez tudo aquilo que queria sentir, me deu tudo o que precisava ter
Depois disse que não queria mais e ainda pediu para que eu não chorasse
Eu chorei, e sofri, eu superei
Mas agora, cá estou eu, sentada ao lado de uma multidão, me sentindo sozinha, com vontade de gritar, com vontade de chorar
Pensando sempre em você, pensando em tudo que ouvi, que senti, que passei
Tentando te substituir por outro alguém que talvez não valerá a pena

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Publicado por Dany Borgonovi e colocado em Poesia | 0 Comentários

1 Dezembro 2009

Aniversário – João Pedro

Dezassete anos já passaram
Meu filho, como me lembro
Como os tempos voaram
Desde aquele mês de Novembro
O ano foi em noventa e dois
Que vieste e bem desejado
O dia foi a trinta, pois
Que nasceste filho adorado
Hoje, que já estás um homenzinho
Seguindo sempre no bom caminho
João Pedro, és alguém exemplar
Sou um pai muito babado
Por Deus me ter presenteado
Com um filho tão espectacular

 
JORGE BRITES
Partilhando meu Sorriso e
uma singela homenagem ao
meu filho no dia do seu 17º
aniversário.

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Publicado por Jotab e colocado em Poesia | 0 Comentários

17 Novembro 2009

Pensando em você

Quando você sentir vontade de chorar…
Não chore!
Pode me chamar que eu choro por você.

Quando você sentir vontade de sorrir…
Me avise!
Que eu venho para nós sorrirmos juntos.

Quando você sentir vontade de amar…
Me chame!
Que eu venho amar você.

Quando você sentir que está tudo acabado…
Me chame!
Que eu venho lhe ajudar a reconstruir.
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Publicado por Soélis Sanches e colocado em Poesia | 0 Comentários

16 Novembro 2009

Meu mundo é você!

Minha vida se tornou muito especial a partir do momento em que te conheci …
Não sei se foi amor a primeira vista, só sei que foi amor.
Tenho vontade de viver, sonhar, amar, ser para sempre feliz,
Eu e você.
Afinal, é você quem completa minha vida.
Sem você minha vida fica com um vazio grande, vazio esse que só se preenche quando você está comigo, quando está em meus braços …
Nossas bocas desfrutando de um único momento …
Nossos pensamentos unidos em um único sentido …
Nossos corpos em um único ritmo …
Nesse momento, nada mais existe …
Só eu e você …
Dois seres em um único ser …
Duas almas, dois corpos, dois pensamentos … Ler todo texto »

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Publicado por Soélis Sanches e colocado em Poesia | 0 Comentários