23
Novembro
2009
Tenho sonhos e medos
No mesmo sangue,
Na mesma alma,
No mesmo coração.
Tenho o brilho nos olhos
Que este mar multiplica,
Que este lugar divide,
Que o coração sustenta.
Tenho as mãos trémulas do frio da solidão,
Do medo do abraço,
Do arrepio do toque.
Tenho o suficiente
Para correr quando quiser,
Para ficar onde não quero,
Para sorrir entre lágrimas.
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Publicado por aifos e colocado em Prosa Poética |
17
Novembro
2009
Quando você sentir vontade de chorar…
Não chore!
Pode me chamar que eu choro por você.
Quando você sentir vontade de sorrir…
Me avise!
Que eu venho para nós sorrirmos juntos.
Quando você sentir vontade de amar…
Me chame!
Que eu venho amar você.
Quando você sentir que está tudo acabado…
Me chame!
Que eu venho lhe ajudar a reconstruir.
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Publicado por Soélis Sanches e colocado em Poesia |
16
Novembro
2009
Minha vida se tornou muito especial a partir do momento em que te conheci …
Não sei se foi amor a primeira vista, só sei que foi amor.
Tenho vontade de viver, sonhar, amar, ser para sempre feliz,
Eu e você.
Afinal, é você quem completa minha vida.
Sem você minha vida fica com um vazio grande, vazio esse que só se preenche quando você está comigo, quando está em meus braços …
Nossas bocas desfrutando de um único momento …
Nossos pensamentos unidos em um único sentido …
Nossos corpos em um único ritmo …
Nesse momento, nada mais existe …
Só eu e você …
Dois seres em um único ser …
Duas almas, dois corpos, dois pensamentos … Ler todo texto »
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Publicado por Soélis Sanches e colocado em Poesia |
31
Outubro
2009
Reconheço que tenho defeitos
Assumo-o com frontalidade
Não sei se há homens perfeitos
Essa é a grande realidade
Tenho a minha personalidade
A qual não posso esconder
Virtudes terei também é verdade
Mas continuo sempre a aprender
Sou assim desde criança
Já é tarde para a mudança
Este é o feitio que eu tenho
Não gosto de fingimento
Penso assim em cada momento
E assim feliz me mantenho
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Publicado por Jotab e colocado em Poesia |
19
Outubro
2009
Dança de contornos e silhuetas,
Corpos despidos e quentes
Em madrugadas longas e febris.
Palpitações e suores
Pele rubra
Labareda intensa.
Dança agora e sem demora
Neste balanço de corpos molhados
Entre gotas de chuva e rasgos de luz.
Coração que pula
Mãos que prendem
E noite que tece, de leve, cada gesto.
Dança, só mais um pouco
Neste voo de garça leve
Neste encanto de voz sussurrada,
entre desejos e promessas.
Dança uma última vez
e leva o último beijo que a memória ainda guarda!
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Publicado por aifos e colocado em Prosa Poética |
19
Setembro
2009
É assim que se faz o dia e a noite,
É assim que se faz o amanhecer e o anoitecer,
Só assim…
Entre um afago na cabeça, uma crença que se ama e a esperança que se é amado.
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Publicado por aifos e colocado em Prosa Poética |
11
Setembro
2009
Na noite interiorana,
Milhões de pirilampos
Encenam um espetáculo
De luzes, em pisca-pisca.
- Parecem estrelas
Caídas do Céu
Brincando
De ser feliz
Na terra…
- Parecem figurantes
De um espetáculo
Que a própria Vida
Esmerou-se
Em encenar
Para si mesma… Ler todo texto »
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Publicado por SALETI HARTMANN e colocado em Poesia |
9
Setembro
2009
Enterrei a dor do meu coração,
o que não quer dizer que não passe o tempo a emergir.
Apaguei a tristeza dos meus olhos,
o que não quer dizer que não chorem a toda a hora.
Escolhi as boas recordações de nós,
o que não quer dizer que não teimem em dissipar-se.
Recuperei as palavras doces de tua boca,
o que não quer dizer que não me continuem negadas.
Reconstrui o toque imortal das tuas mãos,
o que não quer dizer que não passe de ilusão perdida.
Provei o sabor imutável dos teus lábios,
o que não quer dizer que não passem de avidez imerecida.
Guardei o abraço dos teus sentidos,
o que não quer dizer que não passe de saudade inútil.
Soltei o espírito e a alma do meu canto,
o que não quer dizer que não vagueiem por todos os cantos.
Entreguei o meu amor incondicionalmente,
o que não quer dizer que não reclame ainda a devolução. Ler todo texto »
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Publicado por malu e colocado em Fugas, Poesia |
8
Setembro
2009
Mensagem talhada na lápide
diz o fado de amanhã:
“Aqui jaz Portugal.
Bendita seja a Terra de luz
Renascida e louvada
pelo povo da Lusitânia
Portugal dos nossos egrégios avós
que em tempos idos lutaram pela glória.
Tempos esses já mortos,
que deram o seu lugar á união dos povos,
em que o Amor é a Lei
Despe o Vermelho do Sangue derramado
e o Verde pois o que esperávamos já foi alcançado.
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Publicado por marcio.santos e colocado em Poesia |
8
Setembro
2009
Uma pequena palavra
Não “expressa” o que
Realmente ela
Se designa.
Será uma coisa,
Ou será outra?!
Questão seriamente
Difícil de achar resposta.
Amor tem somente
Quatro letras, mas
Demonstra a mente
Das dezenas de pessoas.
O ser tem de descobrir
O seu elo com esta
Minúscula prenunciação,
Sem se esquecer do coração.
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Publicado por Catherina Sanders e colocado em Poesia |